Informe sobre o programa de assistência psicológica aos refugiados e solicitantes de refugio colombianos em Equador
Ana N. Berezin
HIAS começou seu trabalho no Equador em maio de 2003. Prestar assistência psicológica aos refugiados colombianos no Equador encheu-me de ansiedade e expectativa nessa primeira viagem. A Acnur Equador recebeu-nos de braços abertos, de José Euceda até todos os outros que fui conhecendo e que apoiaram e facilitaram enormemente nossa tarefa. Ainda continuam a faze-lo com o mesmo entusiasmo. Trabalhar com a dor humana em suas manifestações limites é um esforço árduo e silencioso. Coloca-nos no limite do suportável, mas também nos confronta com realidades humanas que desafiam nossa capacidade de pensar e criar. Convida-nos a olhar para nós mesmos ampliando os horizontes: algo das verdades humanas apresenta-se pra nós, algo um pouco mais intenso e certo se dá a ver e nos convida a novas transformações. O já sabido de outras experiências de catástrofe social nos ajuda a receber novos saberes e nos confronta com novas buscas de sentido e ação.
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