Resistência: uma utopia possível?
Angela Maria Pires Caniato
Claudia Cotrim Cesnik
O presente estudo vincula-se ao Projeto de Pesquisa-Intervenção Phenix: a ousadia do renascimento da subjetividade cidadã e pretende fornecer subsídios teóricos à práxis dessa Pesquisa-Intervenção. O tema desta pesquisa,
resistência, é definido como: fazer oposição, não ceder e/ou sobreviver ao adverso, dificuldades, imposições e àquilo que não privilegia a autonomia subjetiva e emancipação psicossocial do homem. A metodologia utilizada foi pesquisa bibliográfica e o enfoque metodológico é a visão histórico-dialética. Caracterizamos uma das formas de resistência como
precária, ou seja, embora o indivíduo tente se opor àquilo que lhe violenta, ao utilizar-se de meios rudimentares, termina por usar sua agressividade interna contra si mesmo. Por outro lado, a resistência pode se desenvolver a partir do uso de suas capacidades de julgamento, criativas e discriminativas para identificar a violência e a injustiça, geradoras de sofrimento e poder reagir a elas, buscando a união solidária com os demais.
Palavras-chave: banalidade do mal, indignação, resistência, solidariedade.
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