Sintoma e final de análise
Lucía Barbero Fuks
Para entender o conceito de sintoma é preciso considerá-lo em suas duas dimensões. Por um lado, o sintoma é um símbolo mnémico e, como tal, um substituto ligado à linguagem. Por outro, é um mecanismo que torna possível uma satisfação pulsional, implicando uma dimensão de gozo. O sintoma é parte de uma trama de representações às quais está ligado e a partir das quais adquire sentido. É uma forma de memória, substituto de um processo que, para o paciente e para o analista, é preciso encontrar.
Fazer análise, levando tudo isso em consideração, seria refazer uma história. Vemos, acompanhados por Freud, Klein e Lacan o que seria o final da análise e se existe um final "natural" para cada análise.
Palavras-chave: sintoma, gozo, final de análise, historização.
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